Visto australiano e dicas sobre o país dos cangurus
Se você sempre sonhou em fazer um intercâmbio na Austrália, seu sonho está mais perto de ser realizar. Isso porque a partir do dia 15 de fevereiro de 2012 o país começou a aceitar que brasileiros e argentinos solicitem seus vistos pela internet.
O processo ficou bem mais fácil. Basta acessar o site http://www.immi.gov.au/e_visa/e676.htm, preencher o formulário e pagar a taxa de 110 dólares australianos. Caso o visto seja aprovado, em 10 dias, o passageiro recebe uma notificação por e-mail, que deve ser impressa e levada na viagem.
Esse visto é válido tanto para turistas quanto para estudantes e dá direito a três meses de estadia no país. Agora, com tanta facilidade, basta conferir algumas dicas de quem já morou na Austrália e arrumar as malas.
A jornalista Marcela Feriani, que morou 4 meses em Gold Coast, aponta como principal característica da terra dos cangurus a receptividade de seu povo. “Os australianos são muito solícitos e agradáveis. Sempre sorridentes, vivem perguntando se você precisa de algo, como ajuda com caminhos, horários de ônibus, etc. A honestidade é extremamente valorizada”.
Em relação aos passeios, Marcela ficou encantada com os 12 Apóstolos, em Melbourne. Ou seja, 12 pilares que emergem do mar como estátuas gigantes. “É simplesmente imperdível. Emocionante e, também, deslumbrante.”
Além disso, a jornalista também recomenda uma visita aos parques onde é possível encontrar o animal símbolo do país, o canguru, e ao Opera House, em Sydney, que é considerado um dos edifícios de espetáculos mais importantes do mundo. “Ir até a Austrália e não conhecer o Opera House é como ir ao Rio de Janeiro e não visitar o Cristo Redentor”, alerta Marcela.
Como dica para os estudantes que irão para a Austrália, Marcela aponta que em cidades não tão famosas quanto Sydney, Brisbane e Gold Coast a presença de brasileiros não é tão grande, o que facilita o aprendizado do idioma. “Para aproveitar ainda mais o intercâmbio e aprimorar o inglês, recomendo buscar cidades como ByronBay, a região de Sunshine Coast, Perth, etc. Nesses locais a diversidade de nacionalidade é maior.”
A única dificuldade que Marcela enfrentou no início foi a adaptação aos horários. “No começo é comum passar o dia bocejando e a noite em claro. Isso reflete em outro problema: horários para conversar com os amigos no Brasil. Enquanto você está indo dormir, eles estão acordando. É preciso se programar antes de ligar para alguém”.
Então, aproveite a boa notícia, solicite seu visto pela internet e boa viagem!
Read MoreO dia-a-dia da Nova Zelândia
Quando você decide o destino de seu intercâmbio, com certeza, começa a pesquisar curiosidades sobre o país na internet. Mas, muitas vezes, as principais características locais não são encontradas. A melhor maneira de se informar é procurar depoimentos dos estudantes que já moraram no destino escolhido e esse é o grande objetivo do blog TGK Students.
Se sua próxima parada é a Nova Zelândia, não deixe de conferir as dicas do gerente de sistemas Márcio Pinheiro Ferreira, que morou no país para aperfeiçoar o inglês.
No início de sua estadia, Márcio ficou um pouco perdido em relação ao idioma, principalmente em conversas com nativos do país, que falam muito rápido. “O pior foi sair do Brasil achando que sabia um pouco de inglês. Fome não passaria, claro, mas é bastante complicado. Quando as pessoas começam a falar é difícil compreender tudo. Aí temos que ir no contexto da circunstância e ligando palavras que conhecemos”.
A dica do gerente de sistemas para contornar essa situação é prestar muita atenção quando as pessoas estão falando, além de explicar que é estrangeiro e pedir para repetirem mais devagar.
Uma grande curiosidade do país é que a passagem de ônibus é paga de acordo com a distância percorrida. Quando o passageiro entra no ônibus já avisa ao motorista onde irá descer e paga o valor do percurso. “Sempre funciona na honestidade. Além disso, existe uma pontualidade invejável dos ônibus”, conta Márcio.
Márcio Ferreira morou em Auckland, na Nova Zelândia, mas sempre que podia viajava nos finais de semana para conhecer outros locais do país. Uma viagem que gostou bastante foi de 400 km para Tongariro, onde ficou instalado para conhecer a região vulcânica do National Park. “Só estando lá para saber como o lugar é incrível. Chegamos apenas na metade do caminho, na primeira montanha dos vulcões, a quase dois mil metros de altura. Foi uma caminhada de 18 km entre ida e volta”.
No retorno dessa viagem, Márcio passou ainda por uma queda d´água em Taupo e outra em Raglan, chamada Bridal Veil Falls. “Um grande passeio para um fim de semana”.
Mais uma curiosidade: você sabia que a troca de presentes entre o estudante estrangeiro e a família que o recebe é muito comum? Sobre essa tradição, Márcio tem uma história engraçada para compartilhar: como estava chovendo muito, toda vez que ia sair, ele precisava proteger os seus documentos. A dona de sua casa percebeu isso e o presenteou com uma pochete. “Tive que ficar com o presente. E o pior foi que toda vez que ia sair ela ficava olhando se eu estava ou não com a pochete”, lembra aos risos.
Então, que tal arrumar a mala e a “pochete” para a Nova Zelândia? Boa viagem!
Read MoreCuriosidades da África do Sul
Qual país vem à sua cabeça quando você pensa em um povo caloroso, hospitaleiro, animado e festeiro? Se a primeira imagem que veio à sua cabeça foi do Brasil, você está enganado. Afinal, além dessas características, a África do Sul também é conhecida por sua diversidade de costumes, idiomas e crenças religiosas que encantam turistas e estudantes do mundo inteiro.
A jornalista Yolanda Fordelone, que morou por um mês na Cidade do Cabo para estudar inglês, é um exemplo desse fascínio que a África do Sul gera nas pessoas. “Este intercâmbio foi a viagem da minha vida! Tirei três mil fotos. Sinto que deixei meus pensamentos e coração no país. Tudo é apaixonante!”, conta.
Quanto aos costumes e idiomas, Yolanda afirma que até andar pelas ruas se torna algo diferente, já que é possível encontrar cantores de músicas locais, pessoas falando africâner ou chosa e utilizando trajes coloridos e típicos da região.
Durante o intercâmbio, não deixe de explorar o país e de se divertir. Que tal conhecer a Lions Head, onde é possível desfrutar da vista de toda a Cidade do Cabo?
Yolanda ainda indica um passeio pelas praias de Clinfton, e jantares no Ocean Basket e no restaurante típico Mama África. “Na Garden Route, famoso trajeto de praias, gostei de visitar o santuário dos elefantes e pular de bungee jump. Uma sensação única! Passear pelas vinícolas também é interessante.”, relembra a jornalista.
Outra dica bastante divertida é o restaurante Café África, onde, além de experimentar pratos de 14 países do continente africano, você também pode sair do local com uma pintura típica no rosto feita pelas garçonetes.
Por ser um destino muito convidativo, a África do Sul atrai muitos brasileiros. Para Yolanda Fordelone encontrar conterrâneos durante o intercâmbio não foi problema. “Acho que o contato com brasileiros é até interessante. Muitas vezes em que você não sabe alguma palavra e não consegue explicar em inglês, alguém pode te ajudar”.
A dica é sempre manter pelo menos um estrangeiro no grupo de amigos, pois, assim, todos terão que falar inglês.
Boa viagem!
Read MoreNão passe frio no Canadá
Se você escolheu o Canadá como o destino do seu intercâmbio, com certeza, deve estar pensando na preparação das malas e em que tipo de roupa levar, sobretudo, para enfrentar o frio.
Conhecido como um país gelado, o Canadá fascina estudantes do mundo inteiro por possuir um dos padrões mais elevados de qualidade de vida, as melhores universidades do mundo e baixo custo de vida e educação para estudantes estrangeiros.
Por isso, reunimos algumas dicas para você enfrentar o frio e aproveitar as oportunidades desse país norte-americano que tanto encanta os brasileiros.
O estudante Tiago de Almeida, que morou quatro anos em Toronto e está há um em Thunder Bay, acredita ser mais vantajoso deixar para comprar roupas de inverno no Canadá devido à variedade de modelos e preços.
“Existem descontos dessas peças no final da temporada de inverno. Há também o Boxing Day, todo dia 26 de dezembro, quando os shoppings e centros comerciais entram em liquidação”, explica Tiago, que aponta os shoppings como a opção mais cômoda para as compras e a rua Orfus Road como a mais econômica.
Ele conta que os canadenses estão acostumados com as baixas temperaturas e usufruem disso nos esportes, como snowboarding e skiing. Além disso, para amenizar o frio, todas as casas e estabelecimentos possuem aquecedores que ficam ligados 24 horas no inverno.
Uma dica: em algumas lojas ou restaurantes existe uma pré-entrada; tire seu casaco e deixe-o no cabide. Muitos canadenses acreditam que não tirar o casaco é falta de educação, como se o lugar não estivesse aquecido o suficiente.
Tiago de Almeida, que já presenciou o frio de 25 graus negativos, com sensação térmica de 40 abaixo de zero, aponta que a baixa temperatura canadense também pode ser muito divertida. “No começo tudo é diferente. No primeiro inverno, qualquer neve que caía já era motivo para guerra com os amigos.”
“A cerveja não precisa ser colocada na geladeira ou no freezer durante o inverno. É só deixar um pouco do lado de fora que o problema já está resolvido”, aconselha o estudante, que também já passou por situações complicadas e tipicamente canadenses por conta do frio.
Quando acontece uma tempestade de neve, o inverno influencia as aulas e as demais atividades. Como o trânsito quase para, muitos professores e alunos não conseguem chegar até a escola. “Uma vez o ônibus em que estava atolou em uma bancada de neve na rua e todos tiveram que descer e esperar o próximo”, lembra Tiago.
Então, prepare a bota, o gorro e o cachecol e desfrute de um inverno inesquecível!
Read MoreAloha! Estudos e surf no Hawaii
Que o Hawaii possui as melhores ondas do mundo para o surf não é novidade. Agora, imagine viajar para estudar inglês em um país paradisíaco e ainda ter aulas de surf com os melhores professores do mundo nas praias mais baladas para o esporte.
Muitas escolas de idiomas do Hawaii aproveitam a estrutura natural do país para oferecer aos estudantes estrangeiros aulas de inglês, muitas vezes ao ar livre, e de seu esporte nacional, o surf.
E não se preocupe se você nunca subiu em uma prancha antes. As turmas são divididas por níveis de experiência. Então, se você gosta de praia e esportes radicais, que tal entrar em contato com o surf no Hawaii e pegar suas primeiras ondas já na aula inicial?
Para os surfistas mais experientes, o intercâmbio na ilha, com certeza, é uma ótima oportunidade para realizar o sonho de surfar nas melhores ondas do planeta e ao lado de ídolos do esporte. Mas para ser um surfista tipicamente havaiano é preciso saber o significado do hang loose. Você sabia que o símbolo é o principal cumprimento do país?
Segundo a tradição, Kalili Hamana, que perdeu os três dedos do meio de sua mão durante a colheita de cana-de-açúcar, passou a vigiar os veículos que transportavam a matéria-prima, e no final do descarregamento mostrava a mão (com apenas o polegar e o dedo mínimo) como um sinal de OK, ou “tudo bem”. Atualmente, o gesto é utilizado por surfistas e praieiros para saudações em geral.
A expressão nativa Aloha, que originalmente significa “amor, afeição e paz”, e que no século XX passou a ser usada como “olá” e “adeus”, já é uma filosofia para os surfistas.
Outra tradição do país é a famosa dança havaiana, ou seja, o Hula, que não é apenas uma coreografia, mas um estilo de vida. Com base em uma religião ancestral e com cantos e ritmos para louvar a Mãe Natureza, o Hula é, acima de tudo, uma dança devocional, que ganhou caráter de performance após a chegada dos turistas ao Hawaii.
Além das aulas de inglês, de surf e de mergulhar na cultura havaiana, você também pode aproveitar toda a estrutura de uma cidade grande como Honolulu, com centros comerciais, atrações culturais e vida noturna agitada.
Então, prepare-se para cumprimentar todo mundo com o hang loose e boa viagem!
Read MoreMamma Mia! Estudos e gastronomia na Itália
Massas variadas, molhos para todos os paladares, excelentes vinhos e população hospitaleira fazem da Itália um destino especial para estudantes brasileiros. Afinal, aquela típica cena de almoço de domingo com toda a família reunida é tradicional tanto no Brasil como na Itália.
Por ser um centro internacional de gastronomia, assim como a França, o país atrai turistas e estudantes do mundo todo para conhecer e apreciar suas guloseimas.
E, se além de aprender uma nova língua você busca conhecer os costumes locais, a Itália é o país ideal. Muitas escolas de italiano para estrangeiros oferecem programas que combinam o aprendizado do idioma com cursos de culinária típica, assim como aulas de história da arte e cinema.
Muito receptivos, os italianos cumprimentam todas as pessoas com fortes abraços. Que tal aproveitar essa hospitalidade para bater um papo com um “nono” sobre a cultura e os costumes locais em um café?
Esses lugares, que são a cara da Itália, são muito freqüentados para o café da manhã, almoço, um simples cafezinho, um aperitivo de happy hour, ou petiscos durante a noite.
Você sabia que o creme de chocolate Nutella é uma das paixões dos italianos? O famoso recheio do Ferrero Rocher acompanha doces e pães no café da manhã e é vendido em embalagem de cinco quilos.
O sorvete também é muito famoso na Itália. A Gelateria Carabe, em Florença, por exemplo, utiliza frutas da Sicília em seus cremes e está localizada ao lado da Galleria Accademia, um dos principais pontos turísticos da cidade. A Gelateria Vivoli também é uma ótima opção no centro histórico de Florença.
Culinária
A famosa gastronomia da Itália rendeu ao país a primeira Universidade de Ciências Gastronômicas do mundo, na cidade de Pollenzo, ao norte do país. O curso de graduação envolve aulas de turismo gastronômico, geografia dos vinhos, enologia, história da gastronomia, antropologia da alimentação, mercado de produtos agro-alimentares, entre outras disciplinas.
E, apesar de tanta tradição e comida gostosa, a maioria dos italianos possui uma boa forma física, já que se alimentam em pequenas quantidades e consomem muitas frutas.
Estudantes estrangeiros necessitam de visto para morar na Itália e comprovante de condições financeiras para se manter no país. O governo italiano não permite que intercambistas exerçam atividade remunerada.
Read MoreChegou a hora de arrumar a mala para o intercâmbio. E agora?
Você já decidiu em qual país morar e quanto tempo residir nele. A viagem está se aproximando e é hora de organizar as suas coisas para passar um longo período em outro país. Essa não é uma tarefa fácil, mas com algumas dicas pode se tornar uma etapa muito prazerosa.
O primeiro passo da arrumação das bagagens é estar ciente sobre o clima do país. Assim, você saberá qual tipo de roupa levar. Mas, não exagere, afinal, você pode comprar muitas peças durante a viagem. Os países mais frios, por exemplo, costumam fazer diversas liquidações de vestimentas para o inverno.
Prefira roupas básicas e fáceis de combinar, como peças nas cores: preto, branco, cinza e marrom. Assim, você terá possibilidades para o dia-a-dia e também para compor looks para a noite, com acessórios, casacos e sapatos diferentes.
Uma dica: as pessoas se vestem de maneira bastante simples no exterior. Em cidades como Nova York, nos Estados Unidos, e Sydney, na Austrália, a cor preta é muito comum e está sempre na moda.
Leve sapatos confortáveis para o dia-a-dia e apenas um par para sair à noite. E se levar eletrodomésticos, como secador e chapinha, não se esqueça do adaptador de tomadas. Praticamente todos os países da Europa possuem corrente elétrica de 220V e 50 hertz. Nos Estados Unidos a freqüência pode variar de 110 a 220V.
Por ser complicado comprar medicamentos sem prescrição médica no exterior, os remédios devem estar acompanhados de suas embalagens originais e receitas.
Na mala de mão, carregue artigos de higiene pessoal, documentos, dinheiro e equipamentos de valor, como câmera fotográfica, notebooks e tablets. Leve também uma troca de roupa por precaução para possível extravio de bagagem. Lembre-se também que o limite de peso, normalmente, é de 5 kg, e frascos com mais de 100ml de líquido não são permitidos na mala de mão e devem ser despachados.
Não se esqueça que cada passageiro tem o direito de embarcar com duas malas com até 32 kg cada, exceto na América do Sul, onde é permitido apenas uma mala de 23 kg. Identifique sua bagagem com nome, telefone e endereço completo, e a personalize do seu jeito, afinal, essa é a melhor maneira para que ela não seja confundida com outra na esteira do aeroporto.
A responsabilidade de sua bagagem após o check-in é inteiramente da companhia aérea. Por isso, caso suas malas sejam extraviadas, avise imediatamente a empresa.
Malas prontas, boa viagem!
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