Intercâmbio: momento único!

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O intercâmbio representa uma fase indescritível e incomparável que você só se dá conta da intensidade desse momento quando volta para casa. Uma espera grande para ir, experiências vivenciadas maravilhosas e finalmente chega a hora de voltar e a vontade de ficar mais um pouquinho. Hoje a TGK listou algumas dicas para você aproveitar sua viagem do começo ao fim!

A dedicação aos estudos e à prática do novo idioma são os objetivos principais, certo? Então, por que não fazer a fase de adaptação passar mais rápido e aprimorar seu novo idioma participando dos eventos da escola e da vizinhança? Essa é, também, uma forma de você adquirir experiências diferentes porque vai ter contato direto com a rotina e cultura das pessoas.

E já que a melhor forma de aprender é falando, procure conversar com o maior número de pessoas que conseguir. Além daquelas do seu círculo de convívio, converse com o dono da banca de jornais, com a senhora que está sentada no banco da praça, opções é que não vão faltar! Você vai começar a adquirir experiência de vida além da língua estrangeira.

Outra dica interessante é você tentar se virar sozinho para tudo, desde pedir um suco na lanchonete até se locomover. Por isso, tente viajar para o máximo de lugares que conseguir. Dependendo do destino que você for, as opções de transporte são muitas. Compre um mapa, arrume a mochila e pé na estrada!

Registrar esses momentos é mais do que importante. Faça vídeos e tire fotos dos locais que conhecer, dos amigos que conquistar, das coisas que forem interessantes para você. Com tantas opções tecnológicas, não tem desculpa!

“Quando fui viajar, comecei a escrever um diário. Nunca tive um antes, mas achei uma forma legal de guardar todos os momentos da minha viagem para relembrar depois que voltasse para casa”, conta o estudante de engenharia, Igor Bernardes, que fez intercâmbio para os EUA.

Antes de voltar para o Brasil, pegue o contato de todos os amigos que fizer, é uma forma de continuar praticando o idioma. E quando estiver de volta, reúna todo esse material e monte um álbum de fotos para você relembrar de todos os momentos!

A estudante Bea Alencar está nos EUA e seu intercâmbio está quase chegando ao fim. Mesmo assim, ela está muito feliz porque conseguiu aproveitar cada instante. “Uma palavra pra todos os intercambistas: YOLO (you only live once), não deixe pra amanhã o que você poderia fazer hoje! Não seja tímido, chegue e mostre quem voce é, fale com todo mundo, faça amigos e saia muito com eles, por que o tempo voa!”.

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A China que não para

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Mesmo sem ter feito intercâmbio é possível ter pequenos contatos e conhecer algumas coisas sobre a cultura e o estilo de vida de outros países. Músicas, roupas, produtos, livros e filmes estrangeiros estão constantemente presentes na nossa rotina. Hoje, a TGK traz informações e curiosidades sobre um país bem distante de nós: a China. Lucca Correa, que está em Shangai há quase um ano e meio, é quem vai nos ajudar!

Shangai, além de ser a maior cidade é o maior centro comercial e financeiro da China. “A cultura aqui do Oriente é bem diferente da européia e americana, que geralmente temos contato no Brasil. A China é o país do futuro, das oportunidades de negócio”, avalia Lucca.

Mesmo sendo um país muito populoso, as cidades são muito bem estruturadas e se desenvolvem de forma rápida. Pegar um metrô na China pode ser menos problemático do que nos horários de maior movimentação de São Paulo. “Já peguei o metro em horários de pico e é engraçado porque parece que as pessoas vão sumindo durante aquele fluxo e quando você se dá conta, o vagão não está cheio mais, não fica aquele empurra-empurra”, conta.

O trabalho na China é constante, os estabelecimentos ficam abertos até tarde e as construções não param. “O dono do mercadinho perto da minha casa fecha por volta de 1h da manhã e volta a abrir, no outro dia, logo às 7h. Nas construções tem trabalhadores o tempo todo, de dia e de noite”, explica.

A China também é conhecida por possuir, em sua cultura, uma alimentação exótica. “A comida aqui é muito boa. Tem muito frango e carne de porco. Existem alguns pratos estranhos, mas é possível ter uma alimentação como no Brasil!”.

Outra característica dos chineses é o poder de negociação, sempre é possível negociar o preço de um produto nas lojas. “A forma de saber se você fez um bom negócio é observar, depois da compra, se o vendedor vai ficar bravo! É incrível, porque eles realmente demonstram”, conta.

Na China, o incentivo ao esporte também é bem notável. “Existem muitas oportunidades de esporte por aqui. O número de quadras de futebol, basquete e vôlei, por exemplo, é bem grande”.

Em janeiro, fizemos um post sobre o mandarim, nome dado a uma categoria de dialetos chineses, falados na maior parte do norte e do sudoeste da China. É um idioma diferente porque é composto por símbolos, que representam palavras e fonemas. Lucca diz que é preciso dedicação. “Motivação e disciplina são as palavras para aprender o mandarim. Além da forma de falar, tenho aulas todos os dias e estudos dos símbolos.”

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Já sei para onde vou. E agora?

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Uma vez escolhido o destino do seu intercâmbio, o próximo passo é organizar toda documentação necessária para sua viagem ser inesquecível do começo ao fim. Por isso, hoje, você vai encontrar dicas e orientações importantes para que sua nova experiência comece de forma tranquila!

Quando Igor Bernardes descobriu que seu destino seria Detroit, nos EUA, procurou se adiantar na organização para não deixar nada para a última hora. “É legal acompanhar a emissão de toda documentação, sem deixar para os pais fazerem todo o processo porque assim nós começamos a ganhar autonomia e nos acostumamos com essa parte mais burocrática para quando estivermos sozinhos”.

Os documentos necessários para o embarque são: Passaporte, visto, identidade e, se possuir, carteira de motorista. Se o estudante for menor de 18 anos, é necessário também anexar a carta de custódia, assinada pelo pai e pela mãe, que será destinada à escola estrangeira e, também, uma autorização de viagem por escrito com firma reconhecida em cartório.

O Passaporte é retirado na Polícia Federal. No site http://www.dpf.gov.br/servicos/passaporte/requerer-passaporte você encontra o passo a passo de como proceder. Rafael Azevedo, que foi para os EUA e depois Europa, tirou o seu antes de saber quando ia viajar. ”Já ter o passaporte antes de saber a data da viagem adianta muito o processo e dá mais tranquilidade”.

Nos países do Mercosul, o passaporte não é obrigatório e o intercambista pode embarcar com a identidade original, que precisa estar em ótimo estado e com emissão a menos de dez anos.

O visto, carimbo recebido no passaporte que permite a entrada no país estrangeiro, é solicitado de acordo com o destino. Alguns países o emite na chegada do estudante, ainda no aeroporto. Em outros, como o Canadá, pode ser pedido através da TGK, que faz essa assessoria de solicitação sem entrevista no consulado.

Para retirar o visto é necessário procurar o consulado do país no Brasil e seguir suas orientações. “É importante ler com atenção todos os formulários e preencher tudo certinho, com cuidado e nunca deixar pra última hora, porque é bem concorrido o horário para visto”, explica Daniel Rebello, que viajou para a Inglaterra.

A entrevista deve ser agendada pelo site http://www.visto-eua.com.br/agendamento-web/index.jsp?locale=pt_BR e é feita por um representante do consulado. “A entrevista foi tranquila, me perguntaram o que eu ia fazer, quem iria pagar a minha viagem, quanto tempo eu ia ficar”, conta Rafael.

 

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Pedalando por Sevilla

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Hoje, a TGK te convida para um passeio diferente! O local? Sevilla, Espanha. Como? Da forma mais econômica, natural e sustentável: de bicicleta! Nossa companheira de aventura será a Ana Beatris Menegalo, que está na cidade há quase um ano.

“A bicicleta é um meio de transporte muito utilizado. A cidade toda é equipada com ciclovias e a prefeitura implantou pontos de aluguel de bicicletas ao longo de toda a cidade. Cada pessoa tem um cartão com uma senha, que é utilizado para destravar a máquina e retirar a bicicleta. Uma vez com ela em mãos, você tem meia hora pra rodar e devolver em algum outro ponto. Se você ultrapassar esse tempo terá de pagar uma multa de aproximadamente 0,50 euros”, explica Bia.

Primeiramente, vamos passar as referências, para você vir preparado! Sevilla é a quarta maior cidade da Espanha e se encontra bem ao sul do país. O clima é bem semelhante ao do Brasil, com um verão intenso e um inverno pouco rigoroso, se comparado com outros países europeus. A cidade é, também, o segundo centro histórico mais importante da Europa, só perdendo para Roma, e a segunda cidade do mundo com mais igrejas!

Como Sevilla é bem tranquila, nossa pedalada vai começar pelos parques, onde as pessoas costumam passar as tardes de verão, geralmente bem quentes, fazendo piqueniques. Vamos passar também pelo rio Guadalquivir onde há muita vida em sua margem, desde animais e vegetação até pessoas praticando esportes.

Depois seguimos para o centro antigo, mas cuidado porque as ruas são estreitas e sinuosas e a cada esquina você se depara com um charme diferente. “Eu em particular sou apaixonada pelo centro, sempre que posso me pego sentada desenhando um cantinho novo”, comenta Bia.

Vamos parar para descansar um pouco e saber mais algumas curiosidades sobre a cidade? “Sevilha representa muito as tradições espanholas, ela é a capital do flamenco, sem contar nos restaurantes e bares ideais para se apreciar os verdadeiros tapas espanhóis!”, conta Bia.

Toda essa conversa deu fome, melhor devolver as bicicletas para comer tranquilamente. Paella, tapas, vinho, os espanhóis são bons de garfo! O azeite, muito utilizado na culinária, é o verdadeiramente puro. “Um verdadeiro espanhol adora a tradição de sentar-se em uma mesa de bar ao final da tarde para beber uma sangria ou um belo tinto de verano, comer uns tapas e conversar muito! É impressionante como eles levam a sério a filosofia da plena busca pela qualidade de vida”, compartilha Bia

Gostou do passeio? Ele não para por aqui, ainda há muito que conhecer dessa cidade charmosa. Além do espanhol (ou castelhano) você vai vivenciar uma experiência única. “As pessoas usufruem intensamente da cidade, dando a ela uma vida, com muitas cores e com paisagens surpreendentes”, comenta Bia.

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Argentina: cultura e paisagens únicas

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Imagine voltar do intercâmbio falando outro idioma e com a bagagem cheia de cultura? Ir para a Argentina é, além de aprender o espanhol (ou castelhano), conhecer lugares únicos e intactos às mãos dos homens.

Quem vai nos ajudar a descrever melhor essa experiência única é a Mariana Lemos, que está em Buenos Aires há quase um ano.

No ano passado a UNESCO elegeu Buenos Aires como a capital mundial do livro. “Os argentinos têm uma cultura de dar inveja. Existe uma estimativa que diz que para cada 5 mil habitantes há uma livraria.”

Outra característica é a existência de muitos parques, belíssimos e onde as pessoas costumam curtir seus momentos de lazer e praticar esportes. “Os mais lindos, na minha opinião, são os da Avenida Libertador e Figueroa Alcorta. Quem escolher Buenos Aires, precisa conhecer essas maravilhas.”

Em relação a locomoção, Mariana diz que é muito fácil andar na cidade porque além de ser plana, há muitos pontos de referências. “A cada 5 quadras tem uma avenida principal. Isso ajuda muito, principalmente no começo, que estamos mais perdidos e não conhecemos muita coisa”.

O transporte público é muito barato e é cobrado de acordo com o trajeto que a pessoa for realizar. “Você indica ao motorista até onde tem que ir e ele deduz quanto você terá que pagar. A linha que eu tenho costume de usar varia de 1 a 1,25 pesos, o equivalente a 40  centavos.”

A argentina também conquista o intercambista pelo estômago! Ainda mais aqueles que curtem um doce de leite! Há quem acredite que os argentinos foram os inventores dessa maravilha. ”Eu sinceramente não sei como os argentinos conseguem ser tão magros! Aqui se come muito doce, principalmente o famoso ‘dulce de leche’, que eles fazem questão de dizer que foram os inventores.”

Empanadas, café com leite, croissant e muita carne são os principais itens do cardápio argentino. “O famoso “asado” argentino sempre vem acompanhado de muita batata, seja em forma de purê, seja assada ou frita”.

O país é conhecido também pelas suas belezas naturais e paisagens únicas. Como seus mais de 40 milhões de habitantes ficam concentrados no centro do país, o sul (Patagônia) e norte possuem uma natureza intacta, que teve pouco contato e interferência humana. “É um país é lindíssimo. Cidades como Rosário, Córdoba e Mendoza também são ótimos destinos. Viajar aqui é muito fácil e existem locais inacreditáveis!”.

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Alemanha: as diferenças que desaparecem

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As diferenças entre Brasil e Alemanha vão desde o idioma até o clima. Entretanto, com o passar dos dias, você começa a se integrar e a se encantar com a cultura desse país cheio de curiosidades e maravilhas!

No post de hoje, a TGK vai trazer algumas informações sobre a rotina de vida, dicas de adaptação e curiosidades, e quem vai nos ajudar é Ricardo Alberti, que está na cidade de Stuttgart.

A Alemanha é um país extremamente organizado e para tudo tem regras. O sistema de transporte municipal, por exemplo, é basicamente composto de trens e ônibus. Não existe catraca nem cobrador. Cada um compra seu bilhete antes de embarcar e a entrada é feita sem controle algum. Existem fiscais, mas dificilmente precisam agir e se alguma pessoa for pega, deverá pagar uma multa de 40 euros.

“Os ônibus daqui têm horários para passar em todas as estações e não se atrasam. Em uma consulta rápida à internet, você consegue saber exatamente o horário que deve sair de casa e a que horas vai chegar ao local de destino. Isso é muito prático.”

Além disso, a segurança também é um ponto forte das cidades alemãs. “Stuttgart é a 6ª maior cidade da Alemanha e tem mais de 600 mil habitantes. Aqui, existem todas as possibilidades que uma cidade grande pode oferecer e a segurança de uma cidade pequena.”

Há quem diga que os alemães são muito fechados. Ricardo explica que não é bem assim. “Os alemães são mais fechados nos primeiros contatos. Eles são mais cautelosos ao conhecer pessoas e ao se deixarem conhecer, por isso existe essa impressão de que eles são mais reservados. Ganhar a confiança de um alemão significa ter conquistado um amigo fiel e prestativo.”

A festa tradicional da Alemanha é a famosa Oktoberfest, festa da cerveja. As pessoas costumam se vestir com as roupas típicas, homens de calça de couro, bota, suspensório, camisa e chapéu bávaro, e mulheres com o “Dirndl”, vestido típico alemão.

Idioma
As regras gramaticais da língua alemã são bem diferentes do português e a pronúncia é um pouco trabalhosa. “O alemão é uma língua dura, forte. Parece que qualquer frase é uma ordem. Logo no começo, eu ficava apreensivo para me expressar. Hoje eu sei que não importa o nível que você está, e sim tentar entender e aprender, seja misturando línguas ou através de gestos.”

Uma dica importante é tentar evitar utilizar o inglês. “Os alemães, de maneira geral, falam muito bem o inglês, e adoram praticar com os estrangeiros. Só é preciso tomar cuidado para não se ‘acomodar’ a essa língua e prejudicar o aprendizado do alemão.”

Clima
É mais fácil sentir frio dentro de casa no inverno do Brasil, do que na Alemanha. Isso porque, em todas as casas alemãs, existe um aquecedor. Mas quando tiver que sair, o segredo é não se esquecer das luvas, do cachecol e do gorro. “Não basta apenas um casaco super reforçado, é preciso colocar muitas outras blusas por baixo.”

A duração do dia tem diferença entre as estações. “No verão o sol pode chegar a nascer às 5h da manhã e vai se por só às 22h30. Em compensação no inverno, o sol nasce às 8h30 e se põe às 16h30.”

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Londres: a cada esquina uma história

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A Europa é o berço das civilizações. Qualquer cidade que você escolha para fazer intercâmbio, com certeza vai poder se deparar com monumentos, lugares e arquiteturas que armazenam muita história. Hoje, a TGK vai falar um pouquinho sobre as curiosidades de Londres e quem vai nos ajudar é o economista Valter Camargo, que fez seis meses de intercâmbio lá.

Parques, bibliotecas e muita tradição são algumas das características que você vai conseguir perceber à primeira vista. Com o passar do tempo seu olhar fica um pouco mais aguçado, e além de aprender um novo idioma, você vai se lembrar das aulas de histórias que teve no colégio.

Big Ben, St Paul Garden, Tower Bridge, London Eyed, Museu da Guerra, Green Park, Palácio de Buckingham são alguns dos lugares que Valter teve oportunidade de conhecer.

“Cada rua, cada parque e lugar tem uma história pra contar! E, por isso, tudo acaba ficando mais interessante. Adorava caminhar pela cidade, observar os prédios, as casinhas todas parecidas, andar pela Oxford Street e ver as pessoas. Fazer compras nos brechós, sentar perto do rio Tamisa e ficar ouvindo música. Sinto falta disso!”

Londres é o paraíso para quem gosta de ler. Existem 395 bibliotecas públicas e cerca de 900 livrarias. “Existem várias bibliotecas bem bacanas em Notting Hill e na Oxford Street. Minhas visitas nelas contribuíram para eu voltar com um ótimo nível de inglês. Nada melhor do que alugar uma cadeira no Hyde Park e ler um bom livro.”

Além disso, é possível fazer amizade com pessoas de diversas partes do mundo e viajar bastante. Valter soube aproveitar muito bem seu intercâmbio. “Em dias mais tranquilos, pegava o Red Bus e passeava pela cidade. Consegui fazer amizade com pessoas de diversas partes do mundo, África, Rússia, Japão, Itália. Curti tudo que a cidade pode me oferecer, além de voltar falando inglês.”

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